Peelings Químicos

Consistem na aplicação de agentes químicos na superfície cutânea, induzindo à destruição controlada da epiderme e da derme, seguida por regeneração programada, com fins terapêuticos e cosméticos.

Os peelings ocupam lugar de destaque entre os procedimentos dermatológicos mais antigos e difundidos.

Levando-se em consideração a profundidade que podem atingir, os peelings podem ser classificados em muito superficiais, superficiais, médios e profundos.

Existem poucas contra-indicações absolutas a todos os tipos de peelings químicos superficiais, pois a esfoliação pode ser bem tolerada em quase todos os pacientes de todos os tipos de pele.

              Pontos principais:

  • avaliação da indicação do peeling

  • determinação de qual agente químico é o mais indicado, com o objetivo de produzir melhores resultados e menor morbidade

  • avaliação das características gerais da pele do paciente

  • avaliação do estilo de vida de cada paciente e a disponibilidade para o pós-procedimento

  • avaliação da filosofia em relação à exposição solar

  • avaliação da expectativa em relação ao procedimento

  • avaliação das condições gerais de saúde física e mental do paciente

  • avaliação dos fatores de risco para complicações

  • dar preferência a múltiplos peelings superficiais sequenciais, para promover efeitos cumulativos de estímulo de colágeno, com menor risco de complicações em pacientes com fototipos altos.

Os peelings superficiais s​ão aplicados repetidas vezes no mesmo paciente, para que se obtenham resultados melhores. Peelings superficiais podem ser repetidos a cada semana. Peelings superficiais podem ser repetidos a cada 2 a cada semana.

               Indicações:

  • melasma

  • sardas

  • manchas solares

  • hiperpigmentação pós-inflamatória

  • queratose seborréica

  • fotoenvelhecimento leve

            

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